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quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

[FF] One Year Later - Arquivos Lupinos


 Pais: Leah & Jake

 Pais: Kim & Jared

 Pais: Rox & Seth (Shipem loucamente Roth XD)

 Pais: Rachel & Paul

 Pais: Emily & Sam (E seu time de futebol kkkkk)

Pais: Rebecca & Embry

Árvore genealógica feita a pedidos e referente à fanfic "One Year Later", terceira temporada!

domingo, 8 de dezembro de 2013

Scared (Brawn & Breeze | Breeze & Jaded)

 Fanfic postada no Nyah! Fanfiction, FanfictionBr e Fanfiction.Net. 


Sinopse: Breeze amou um macho, mas ele não percebeu seus sentimentos. Foi um dos poucos momentos em que ela se sentiu apavorada. Agora seu coração está dilacerado, mas ela não deixa ninguém perceber. Mas ser forte o tempo todo é impossível. E quando ela cair… Jaded se mostrará um macho que a levantará depois de um dia difícil.

Scared

Brawn sorriu para a amiga. Breeze nunca fora só uma fêmea. Ela era especial, o ajudava com Becca, fazia sacrifícios pelos humanos. Era perfeita.

― E como é um costume humano, nós gostaríamos que você fosse uma das madrinhas. É uma segunda mãe, segundo a Jessie.

― Jessie é que devia ser a madrinha. – Breeze disse chocada, o nó em sua garganta já estava lá, a incomodando, a lembrando daquela coisa horrorosa. ― Elas são próximas e amigas.

― Mas a Becca concordou que você seja. Você é uma grande amiga, é importante para mim. Como minha irmãzinha, eu cuido de você e você cuida do meu filhote. – Brawn disse ingenuamente e Breeze começou a andar de um lado à outro.

Desde que descobrira seus sentimentos, soube que jamais poderiam ser concretizados. Ingenuamente, pensou em contar, mas ficou com medo. Nunca sentiu tanto medo assim antes. Tinha tanto que podia dar errado!

Mas aí Brawn saiu de Homeland. Ele foi trabalhar para Tim Oberto, junto com a força tarefa e ela esperou que ele voltasse são e salvo.

Quando ele foi capturado, seu coração se partiu como nunca antes e ela chorou, como quando era mais nova e a forçavam a permitir que machos a tocassem. Ela chorou a noite inteira.

Trabalhou duro para ajudar a encontrá-los e seu orgulho foi ferido quando o fizeram. Brawn estava apaixonado, verdadeiramente amando uma humana.

Foi a primeira vez que sentiu raiva das mulheres humanas. Até se afastou de Ellie e Jessie. Suas amigas, claro, notaram e a encurralaram, mas elas jamais saberiam do que se tratava.

Foi a primeira vez que ela omitiu algo delas.

E quando Becca voltou, apareceu grávida… ah isso foi só mais uma noite em claro, chorando no meio do bosque, para que ninguém a ouvisse no dormitório.

Chorar estava se tornando um hábito odioso. Sempre que chorava por Brawn, se sentia culpada depois. Agora ele estava casado e feliz. E agora ele queria submetê-la a algum tipo de tortura? Não podia aceitar, mas não queria admitir seus sentimentos.

Ficaria com vergonha.

― Breeze? – Brawn chamou e não parecia ser a primeira vez.

― Sim?

― Eu disse que se você não for… bom… não sei quem será. Imagine que isso é uma chance que você tem como cuidar de um bebezinho, como o de Ellie e Fury!

Breeze sorriu se lembrando daquele pequeno diabinho, mas isso não foi suficiente para desviar seus pensamentos do assunto.

― Não sou baby-sitter. – Breeze disse num suspiro e finalmente sentou na cadeira do parque.

― Não é o quê? – Brawn perguntou confuso. – Sei que é supervisora do dormitório feminino e que é oficial… é a isso que se refere?

― Baby-sitter. Babá.

― Ah…! Não é isso que eu quis dizer…!

― Brawn… eu não quero. – Ela decidiu ser honesta. Pelo menos em parte. – Eu… eu prefiro não ter contato com Becca.

― Qual o problema com ela? Você não gosta dela, mas gosta de Ellie, Jessie e Trisha. Até mesmo a Dr. Yards…!

― Eu… não me sinto à vontade com ela. – E não era mentira.

― Becca te ofendeu? Fez algo que não gostou? – Ele perguntou interessado. Se Becca tivesse dito algo à Breeze que a magoou, era muito sério e ele não permitiria isso. Mesmo ela sendo sua companheira.

― Não. – Breeze respondeu e soltou o ar lentamente.

Brawn respirou e pegou o cheiro de dor, mesclado com desconfiança. Ele ficou curioso. Eram os únicos no parque, então o cheiro tinha que vir de Breeze. O que a fazia ficar tão insegura? Porque ele cheirou medo nas emoções dela?

― Porque está com medo? – Ele perguntou vários minutos depois.

― Eu… ― Mentir não era uma opção. – Amo um macho, mas ele nunca percebeu meus sentimentos. – Ela abriu o jogo, mas morreria com o nome do macho bem preso debaixo da língua. – É por isso que cheirou isso. Daqui a pouco esqueço isso.

― Você devia dizer a ele. Qualquer macho teria sorte em ter você como companheira. É uma grande fêmea. De verdade. Em sentido. E é bonita, carinhosa. Gostava disso quando compartilhávamos sexo.

― É impossível agora. – Breeze suspirou.

― Porque? Dê-me o nome e converso com ele.

― Você não vai conversar. – Breeze riu e Brawn concordou sorrindo. – Vai assustá-lo até não conseguir mais e fazê-lo me procurar. Eu te conheço.

― Faria isso, mas antes daria uma surra nele, pra ele ver que quase perdeu você.

― Mas isso também não seria possível.

― Porque não? Vai me dar um nome?

― Não te darei um nome. – Breeze respondeu deixando seu conselheiro carrancudo. – Mas posso te dizer que ele tomou uma companheira.

― Humana? Fêmea NE? Muitos dos nossos estão se ajeitando, é difícil dizer quem é. – Brawn pensou em voz alta.

― Aham. – Breeze concordou e riu levemente. A dor em seu peito era grande demais para que fosse esquecida. – Mas eu ainda não vou te dizer o nome.

Suspirando, Brawn voltou a perguntar:

― Vai aceitar ser madrinha do meu filhote?

Breeze queria dizer não com cada grama de seu corpo, mas sua boca desobediente pronunciou algo um tanto quanto diferente…

― Sim.

[Meses Depois…]

― De novo aqui? – Jaded questionou a amiga se sentando ao lado dela no chão lamacento do parque. A chuva passando de uma garoa fina para uma chuva um pouco mais forte.

― Pergunto o mesmo. – Breeze disse sem olhar pro macho. Não queria que ele visse seus olhos vermelhos.

― Porque estava chorando? Eu te ouvi soluçar.

“― Malditos sentidos apurados!” ― Breeze xingou em pensamentos.

― Estou bem. – Desconversou.

― Algum macho lhe fez mal? Tentou forçá-la? A humilhou? Te machucou de alguma forma?

― Não. – Breeze respondeu o olhando, seus olhos vermelhos estavam com marcas de sono, prova de que ela não dormia fazia alguns dias.

― Porque estava chorando? Está machucada?

― Não.

― Você não está sendo muito expressiva.

― Estava chorando por um macho sim. Mas ele não me fez mal. Não de propósito. – Ela voltou a olhar para a frente, sem querer ver o que havia nos olhos de Jaded.

As palavras de suas amigas, em sua mente de novo…

― Jaded é um bom macho! Você devia acoplar com ele e quem sabe? Ninguém sabe ao certo sobre nós e sobre nossos úteros. - Sunshine disse calmamente. 

― Acople-se à Smiley! – Kit disse e sorriu divertida.

― Acople você com Smiley e não me encha a paciência! – Breeze rosnou a resposta malcriada. Isso só fez Kit rir.

― Que horror! Deus me livre daquele idiota sorridente. – As mulheres riram do comentário de Kit, mas nem isso desanuviou o medo de ficar só, que se apoderou de Breeze. ― Mas... você está irritadinha é? Deve ser porque o filhote de Brawn te chamou de mamãe, suponho. – Kit entornou.

― Não irrita ela, Kit! Dá um tempo! – Rusty disse complacente com a situação de Breeze. – Sei como se sente, me senti assim quando descobri que Fury pegou a Ellie. Mas passa, não precisa ficar com medo.

Mas medo era tudo o que sentia.

― Você… está apaixonada por um macho? – Jaded perguntou segurando o rosto de Breeze. – Quem é? Porque ele não te reivindicou? Você é uma boa fêmea para estar acoplado.

― Todo mundo anda dizendo muito isso. – Ela riu sem humor. – Ele já está acoplado.

― Uh…!

― É… Uh…

― Quer ficar acoplada com outro macho?

― Não.

― Mas eu quero estar acoplado com você. – Breeze arregalou os olhos com surpresa. Não pela sinceridade, mas pelo que foi dito.

― Jamais me acoplaria a você, desculpe.

― Porque? – Jaded perguntou curioso e magoado. – Eu te acho bonita e cheirosa. E Brawn me disse que o sexo com você é incrível. Eu não sei… eu nunca estive na sua cama.

― E nunca estará. – Breeze disse se levantando. – Não gosto de brincar com os sentimentos dos outros.

― Eu sei. – Jaded se levantou e se aproximou. – Mas eu quero você.

― Eu posso ver e não estou disposta. – Breeze disse hesitante. Não tinha energias para brigar com Jaded agora.

― Eu não vou te forçar, vou só te mostrar que eu posso ser bom pra você também. – Ele disse deixando Breeze atordoada.

Ele se aproximou mais, fazendo-a recuar até estar encostada numa das árvores. Ele aspirou seu cheiro e o nariz molhado passeou pelo seu pescoço e clavícula, enquanto ele cheirava e guardava o aroma em sua memória.

Breeze sentiu a carícia do nariz encostando gelado, por causa da água, em sua pele morna e fechou os olhos. Faziam meses desde que não compartilhava sexo, simplesmente achava que era preciso estar sozinha, entender o que se passava, antes de voltar a ter machos em sua cama.

Jaded deu um beijo na bochecha dela, bem perto de sua boca, fazendo-a salivar e se afastou o suficiente para olhar em seus olhos.

― Eu gosto muito de você. – E se afastou com as mãos nos bolsos, caminhando rumo à sua casa.

Breeze soltou a respiração lentamente, e ela nem sabia que estava segurando o fôlego. Ela queria Jaded. Queria-o hoje, agora. E poderia querer sempre.

Mas o medo a encheu. Porém, dessa vez, ela sabia o que fazer.

Andou rapidamente até a casa dele, mesmo com a chuva que atrasava seus passos. Ficou hesitante antes de bater, ameaçou ir embora duas vezes e congelou. Lá vinha Brawn com sua Becca e seu filho saindo da casa de Justice.

― Breeze? – Ele perguntou parando o carro preto. – Que faz aqui, nessa chuva? Quer uma carona?

― Não. – Ela gritou a resposta e esperou que ele saísse, antes de se virar para a porta, não gostava de dar as costas à ninguém.

― Venha. Não há problema. – Brawn disse com medo que ela estivesse acuada com sua família. Breeze tinha se tornado distante dele, mas não era assim com os filhotes e as companheiras de Slade ou Fury.

― Não quero! – Ela gritou mais alto e se virou para a porta. Suspirou e bateu.

― Ah entendi! – Ele riu. – Desculpa. – Falou e entrou no carro novamente. – Bom sexo. – Desejou antes de ir, ligou o carro e dirigiu para longe.

Aquilo partiu seu coração, tudo bem que Brawn não soubesse de seus sentimentos, mas aquilo doeu. Ele não podia só ir sem dizer nada?

Bateu novamente e ninguém abriu. Suspirou de novo, estava fazendo muito isso, se virou para ir embora e a porta finalmente abriu.

― Espera! – Jaded disse num fôlego só, Breeze se virou e seu corpo respondeu à imagem do macho lindo, com uma toalha branca ao redor da cintura e gotas de água caindo de seu cabelo e ombros, descendo lentamente pelo peito e músculos.

― Eu… Eu…

― Sim?

― Eu te quero. – Jaded a encarou sério e ela mordeu o lábio, insegura. – Eu quero ser sua companheira se puder me fazer esquecer ele.

― Ele quem?

― Ele. – Breeze respondeu com o olhar na pista e deu outro passo para ir embora. Jaded segurou seu braço gentilmente e Breeze o olhou.

― Agora eu entendi. Estava falando de Brawn não é? – Ele a puxou levemente em sua direção e ela deixou-se ser envolvida pelos braços fortes. – Posso te fazer esquecer ele. Eu sei que posso.

― Ok…

― Aceita ser minha companheira então?

― Aceito. – Breeze disse com um frio na barriga. Foi a primeira vez que pensar nisso não a encheu de medo. Ela estava confiante nas palavras de Jaded.

Ele abaixou o rosto e beijou a boca carnuda e molhada dela. O gosto do primeiro beijo foi incrível e ali ele se perdeu, puxando a mulher para dentro e fechando a porta com um chute.

Pegou Breeze no colo, a mulher grande levou um susto, mas ele não se deixou abalar nem pela toalha que escorregava e a colocou na cama, em seu quarto.

Os olhos de ambos se prenderam e ele a beijou novamente, mãos nas mãos, lentamente, pele com pele e ali, eles eram iguais. 


― Você tem certeza que não quer só sexo? ― Ele perguntou olhando-a nos olhos. O desejo do macho, de mantê-la era quase palpável, mas sabia que ele precisava da certeza tanto quanto ela. 


― Sim. ― Ele sorriu e a beijou enquanto ambos os olhos fechavam e alegria o enchia. 

[…]

― Não consigo acreditar. – Kit disse sentada no sofá. Estava literalmente chocada. Os membros do conselho riram da cara dela. – Ainda não consigo acreditar.

― Não é uma certeza. – Breeze explicou, Jaded deu-lhe um beijo na testa. – Vai ser o primeiro bebê espécie completamente NE. Se ele chegar a nascer, é claro.

― Ele vai! – Kit disse animada. O celular tocou e ela voltou a apertar o botão vermelho. – Halfprint e Tiny vão querer acasalar só pra terem os dela, quer apostar que não?

― Que história é essa? – Bestial perguntou num rosnado preocupado.

― Halfprint e Tiny adoram bebês. – Breeze explicou. – Eu não duvido. Elas até ficaram mais adeptas da ideia depois de conviver um pouco com Shadow e ver Bella feliz.

― Feliz é um eufemismo! Ela pode fazer dupla com o Smiley e os dois iam se completar! – Kit respondeu mal-humorada e riu em seguida. – A enganamos ontem, foi tão engraçado. Colocamos uma aranha de mentira num daqueles livros dela, ela o jogou longe quando viu. – Kit riu.

― Kit? – Bestial a chamou e ela acenou com a cabeça. – Gostaria de sair comigo? Você é bonita quando não está sendo má.

― Quem sabe outro dia, Bestial. – A mulher lhe disse séria. – Hoje já estou marcada com Smiley.

O macho sorriu vacilante e Breeze soube instantaneamente que mais acasalamentos estavam por vir e que tudo o que Kit precisava era de um pouco de coragem para deixar de estar apavorada como ela esteve antes de Jaded e seu sexo quente.

Fim…

Bom… primeiro, eu acho que a Breeze merece uma reca de filhotinhos u.ú
Acho uma sacanagem a autora ainda não ter solucionado essa nossa dúvida e me deixar curiosa u.ú maldade isso.
Espero sim que as fêmeas NE possam ter os seus filhotinhos *o*
Eu queria escrever algo diferente do meu usual (Crepúsculo e Naruto LOL), então resolvi trazer essa ONE (olha só a mensagem subliminar kkkk) e postar aqui!
Agora que tal você comentar bem lindamente? XD
Ou não, você que sabe kkkkk



PS: ONE para quem não lembra ou não sabe é “Organização Nova Espécies” e é como eles se denominam nos livros (que merecem ser lidos, se você ainda não o fez) =P

terça-feira, 29 de outubro de 2013

[Teaser] Who Collapsed Girl

- Eu o amo! - Eu entrei na frente do corpo ensanguentado e machucado do homem que me deu uma razão. Eu mataria e morreria por ele e eu vou fazer um dos dois.
- Você não pode amar ele. - O sanguessuga asqueroso e nojento sibilou se aproximando perigosamente, meus instintos mandando eu matá-lo, mas eu tinha que esperar a hora certa.
- Aro. - A voz da esposa dele ecoou do outro lado, mas ele não deu ouvidos e continuou se aproximando como se eu fosse uma presa e ele fosse o meu algoz.
- Shi. - Ele mandou e continuou se aproximando, a voz de sinos me deu náuseas enquanto eu retirava a faca mínima de prata do esconderijo na longa manga do vestido que usei para agradá-lo. - Você consegue amar dois cachorros, mas à mim não?
- Eu os amo. - Confirmei com um sorriso sádico. - E eu jamais vou amar você, vá para o inferno! - E cravei em seu pescoço a adaga de prata.
Ele moveu-se mais rápido do que eu previ. Me fez uma chave de braço e cravou a adaga, que antes estava em minha mão, na minha barriga, segurando minha mão enquanto eu ofegava. Não! Meu filho não!
O que acham que vai acontecer daqui pra frente? E o que acontecerá ao filho de Leah? Será ela capaz de mantê-lo em sua barriga ou ela perderá o filho pelo lobo que estava sendo torturado? E quem será esse lobo? Embry? Aaron? Sam? Jake? Seth? Quil? Outro lobo do bando? Façam suas apostas porque é aqui que a porca torce o rabo!

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

[FF] Escolhas (Leah & Jared)

Essa fanfic é parte do projeto: The Diva, online no Nyah! Fanfiction e no blog "Fanfics Team Jacob & Wolfpack"!


Casal: Jared & Leah
Sinopse: Para Jared, Leah era como o sol, infelizmente, o que mais importa para lobos, é a posição da lua. E Kim era a sua lua. Qual seria a escolha certa? Qual escolha o deixaria feliz? E se ele escolhesse errado?
Autora: Susy Kpoper©

Escolhas - Leah & Jared

“Cada hora sem te ver, é uma hora que perdi” 24 Horas – Girls

O céu limpo e sem chuvas era algo raro em La Push. O tempo sempre tão chuvoso e nem por isso as reuniões diminuíam. Jared fechou a blusa social.
Ele sorriu lembrando-se de Kim e de quando ela veio em sua direção, mesmo que seu espírito estivesse contente com o que tinha, com Kim, ele, o humano, preso naquela maldição, ainda não estava. Mesmo com isso, ele não tinha escolha, tinha?
Jared PDV
Kim segurou sua mão e ele a aceitou, foi ele quem decidiu…
─ Lee? O que foi? – Jared questionou a amiga. Havia tanto que ele poderia dizer, mas tanto que se ele dissesse, sairia perdendo. Ele sabia que não havia competição quando a conversa se tratava de Samuel Uley.
─ Ele… ele está com a Emily! – ela disse chocada ao meu lado e olhei para onde ela apontava.
Meu queixo caiu. Literalmente.
─ Vocês não estão mais juntos, estão? – Lee ficou tensa ao meu lado. – Supere, já são dois meses, Lee! Tem mais homem querendo você!
─ Eu não os quero. Eu acreditei nele. – ela queixou-se e eu suspirei. Aonde é que eu teria uma chance com ela? Quando? Nunca.
─ E ele gosta da sua prima agora, supere. – eu repeti e olhei-a, ela estava me fulminando agora. – O que?
─ Você gosta dos dois juntos é? É engraçado me ver sofrendo? É isso? É uma piada? Diga algo!
─ Não! – eu respondi um pouco mais alterado, meu corpo tremeu ligeiramente. Foi estranho. – Lee, é só que…
─ Afaste-se, Jared. – ouvimos Sam dizer e Leah o olhou com o melhor sorriso que ela tinha.
─ Oi, Sam. – ela cumprimentou-o, ele lhe deu um aceno de cabeça apenas.
─ Venha comigo. – ele disse num tom que eu não pude recusar e deixamos Lee sozinha em meio à chuva.
Nós andamos por algum tempo, foi quando paramos na casa de Billy Black. Olhei meu ex-amigo – nós não nos falávamos desde o fatídico acidente em que ele sumiu – enquanto ele entrava na casa dos Black.
─ Anda. – ele mandou e eu o segui sem pensar. Que diabo está havendo?
─ Que está acontecendo? Porque estamos aqui?
─ Já eu te explico.
Billy nos olhou e suspirou.
─ Tem certeza, Sam?
─ Eles estavam discutindo e ele estava como eu fico. Fiquei preocupado.
─ Certo. Quem estava com ele?
─ Leah.
─ Oh. Jake, filho! – Jake apareceu com um avental florido e fulminou o pai – Saia, passe livre.
─ Legal! – ele saiu e nós nos sentamos…
Aquelas foram as duas horas mais confusas da minha vida, mas uma coisa ficou bem clara: eu devia me afastar de Leah. Sam não quis me explicar o porquê, e eu nem podia falar com ela, fiquei revoltado, mas se era para o bem dela, então que seja.
Naqueles momentos que sucederam, foram sempre horas e mais horas perdidas, então eu vi Kim…
Nada estava completo ou perto de estar, mas era o correto estar com ela. Ficar com Lee não o era. E eu não o quis quando visualizei sua mente, ela havia se transformado em algo que nem mesmo os piores malfeitores iriam querer.
Leah Clearwater era apenas uma sombra da grande mulher que ela já fora no passado, mas então porque o Black, aquele maldito, conseguiu trazê-la de volta? Não podia ser eu?
Agora, conforme os dias iam passando, enquanto ela estava com seu novo namorado – e firme naquele relacionamento que devia estar ferrado – eu me sentia como se estivesse perdendo um tempo que não voltaria.
Porque ela não podia ficar comigo? Porque nesse momento, ela não parecia ser o suficiente? Porque eu a queria tão malditamente ruim, se eu tinha Kim? Porque isso soava como morte?
Kim se despediu dizendo que ia unir-se às amigas e eu instantaneamente busquei com o olhar Leah. Ela estava rindo de algo tosco – provavelmente – que o namorado perfeitinho havia dito. Ele e Seth pareciam muito em muitas coisas, mas ele ainda não era suficientemente bom para ela.
Ninguém o seria. Ela seria tão perfeita se fosse sua.
“Mas ela não é, ela nunca será.” Jared concluiu o pensamento, enquanto os dois beijavam-se e Seth saia de perto e ia cumprimentar Jake e sua Rennesmé. Eles todos pareciam completos, porque eu não podia estar?
Quando é que Kim se tornaria o sol e a lua? Porque ela não o era? Será que Sam tinha esse problema também?
─ Pensando no que? – pulei com meu alpha e ele seguiu o olhar – Ou em quem.
─ Quem.
─ Que merda ein?
─ Da grossa. – suspirei enquanto ele ria da minha desgraça. Claro, pimenta no olho dos outros é refresco!
─ E o que ela tem haver? Não confia nele também?
─ Nem um pouco. Ele não me desce.
─ Nem a mim, mas ela está radiante e vai casar-se.
Choque me rasgou, e eu olhei meu alpha chocado. Ele confirmou duas vezes antes que eu pudesse finalmente entender.
Ela. Vai. Se. Casar.
─ Ela não vai realmente, vai?
─ Bom, ela vai.
─ Tambem não acreditei até que ela mostrou pra Rach essa manhã a aliança. – Paul se enturmou. – Estranho né? A megera casar. Parece que todo mundo conseguiu o seu “pra sempre”.
─ Viadão. – eu trocei pra disfarçar.
Leah vai se casar.
─ Lee? Posso falar contigo?
─ Fala, Jared. – o granfino safado saiu de perto de nós, nos dando alguma liberdade.
─ Não faz isso, esse mauricinho não é pra você!
─ Não, Jared. Não faz isso você, voltamos a nos falar faz o que? Duas semanas? Não se meta na minha vida. Eu não me meto entre você e Kim, faça o mesmo por mim.
─ Mas…!
─ Eu estou feliz.
─ Eu te esperei. – eu soltei baixo – Eu pensei que um dia você ia conseguir enxergar.
A boca dela caiu, mas ela não cedeu.
─ Você vai se casar com a Kim e eu estou no amor com Dylan.
─ Eu amo você.
─ Mas precisa mais dela.
─ E se eu precisar mais das duas?
─ Então vai ficar sem nenhuma.
─ E se eu escolher uma?
─ Você já escolheu.
─ É, eu o fiz. – eu disse tomando uma decisão que poderia mudar a minha vida.
Eu beijei Leah Clearwater.
O sino da igreja me acordou dos meus devaneios e eu sorri. Caminhei para onde eu devia esperar a mulher que definitivamente me faria pleno e feliz.
Eu jamais pensei que algo tão certo fosse tão complicado, mas é como dizem, o certo, nem sempre é o fácil.
Eu nunca pensei que estava em escala de cinza, mas eu estava. Eu sorri, minhas mãos suavam, e eu tremia de nervoso, enquanto meu alpha trazia ao altar a mulher que eu escolhi. Minha lua e meu sol.
Tão quente e tão fria, veloz e lenta, calorosa e malvada, tudo ao mesmo tempo e em proporções difíceis de acostumar, mas deliciosamente perigoso. Todo o tempo, todos os dias, eu podia me acostumar com isso.
Sua mão aderiu a minha e Sam sorriu enquanto entregava-me minha futura e já mulher. Eu sorri de volta, estava uma pilha de nervos.
Minha outra escolha sorriu, a mão que segurava à de Dylan era doce, eu o sabia. E sorri novamente para minha futura mulher, ela parecia absolutamente controlada, tão… ela, tão lua agora, mas tão sol quando éramos só nós dois.
E pensar que eu julguei mal a força de um ainda. Eu me prometi jamais julgar mal palavras e pensamentos, ainda mais se eles estivessem relacionados à Leah Clearwater, que é o centro do meu universo, sem o ser realmente.
Fim.
Gostaram???? Acho que tô ficando viciada em shippers incomuns LOOOL
Espero que continuem acompanhando a fanfic =D
Isso é muito legal <3
Beijos, Susy. 

domingo, 11 de agosto de 2013

[1T - One Year Later] Cap. 10 – Finalmente, o beijo!

Cap. 10 – Finalmente, o beijo!

Já estavam no sofá a algum tempo quando a voz calma e alegre de Sue ecoou a poucos centímetros da porta.
Ouviram bem quando ela encaixou a chave na porta. Leah levantou-se rápida e olhou assustada para Jacob:
– Vai embora, Jake! – ela sussurrou.
O telefone da mãe tocou, e esta o atendeu rapidamente, reparou Jacob.
– Porque? – ele perguntou rindo calorosamente.
– Porque eu ainda vou preparar a minha mãe! Eu não quero que ela pense besteira! Por favor, vai! – ela suplicou e ele sorriu lindamente.
– Ta bom, então! Mas eu venho te buscar mais tarde! – ele disse levantando.
– Ta, mas vai!!! – ela disse, quando a mãe virou a maçaneta.
Ele deu um beijinho no canto da boca dela, que baixou a cabeça, com vergonha.
– Minha linda! Por um ano! – ela riu gostosamente, mas se conteve quando a mãe entrou no mesmo momento em que ele sumira pela porta dos fundos.
– Ta rindo do que, filha? – a mãe perguntou, deixando no sofá a bolsa branca do trabalho.
– Nada mãe. De nada! – ela sorriu para a mãe se sentando com esta.
– Porque esse sorrisão? Viu o pássaro azul foi? – Sue perguntou rindo da filha.
– De todas as cores, mamãe! – ela riu mexendo nas compras da mãe. – Pra que esses tecidos?
– Pra sua roupa! – A mãe disse, visivelmente animada.
– Não me diga que quer costurar o meu vestido também?
– Claro que sim, filha! Eu vou fazer o vestido de Emily e quando vi esse tecido… ele é a sua cara! Já até sei que modelo fazer… preciso apenas que confie na sua mãezinha aqui…
Sue tentou convencer a filha por mais 15 minutos quando esta se deu por vencida.
– Tudo bem mas eu quero ter certeza de que ele não será tomara-que-caia!
– Como quiser meu bebê! Mas… você fica tão linda com tomara-que-caia! – a mãe tentou.
– Fico mesmo? Você acha mãe?
– Claro querida!
– Então faça como quiser! – ela sorriu minimamente.
– Então… quem é o causador desse sorriso que senti tanta falta? – a mãe falou, se recostando no sofá e trazendo a filha para um abraço.
– Hum… eu… mamãe, se eu namorasse um cara daqui você ficaria brava? – olhou a mãe como fazia quando pequena.
– Desde que não seja um lobo eu não ligo. Ou melhor, quero conhecer o rapaz que vai ser meu genro??
– Mãe! – ela riu e deitou a cabeça na barriga semi-lisa da mãe. A dor de cabeça voltara fraca, mas estava ali, incomodando.
– Lee, você está tão magrinha… nem tenho te visto nos últimos dias. Não foi trabalhar?
– Eu… estava indisposta e o diretor me deu uma semana pra ficar em casa.
Sue ficou quieta, apenas sentindo a respiração pesada da filha em sua barriga. Relembrando da vida que melhorara apenas por causa de Harry.
– Indisposta? – finalmente perguntou – Cansada?
– Eu… sim… estive meio cansada…
– Então sobe e dorme um pouco! Eu vou… sair um pouco! – Sue corou quando terminou de falar.
– E vai aonde, posso saber? E… mãe! Você ta corada!
– Eu? Que isso querida? Impressão sua! – e saiu apressada.
Leah subiu as escadas sorridente, ainda pensando em Jacob e seu calor que aquecia o coração de qualquer um que estivesse em contato com ele.
Deitou na cama, pensando em tudo o que vinha lhe ocorrendo e inevitavelmente, as lembranças da dor de cabeça e do relato de Jacob a fez ter novamente a face séria.
“E se eu tiver câncer? Mas… uma loba com câncer? Impossível! Ou quase! E se ele mudar quando Bella voltar da Lua-de-Mel? Jacob… e se eu me perder nesse caminho? E se me apaixonar? Me envolver? Você não entende… sequer sabe das minhas angust…”
– Pensativa essa garota. – Leah se sobressaltou na cama, assustada.
– Jacob! Você! Aqui! Agora! No meu quarto!
– Já estive aqui antes, Lee…! E não gosto quando me chama de Jake! – ele murmurou chateado.
– Desculpe Jake… mas é que eu estava pensando em umas coisas…
Ele olhou bem fundo nos olhos dela e viu a sensação que tentava apagar. Viu a dor. E ela não era agradável aos olhos.
– Tenho uma surpresa pra você. Se arruma e nos encontramos na praia.
– Ta. Então… daqui a meia hora? – ela tentou, com um sorriso pequeno no rosto.
– Claro!
E lá estava ela, meia hora depois, indo a praia com um shortinho jeans meio surrado e azul claro, uma blusa bata tomara-que-caia lilás e nas mãos as sandálias que deveriam estar nos pés.
– Jake? Jake? – ela chamou mas não obteve resposta até sentir duas mãos quentes circularem sua cintura fina e puxarem-na pra ele. – Você demorou, Jake. – ela disse rindo do silencio dele.
– Estava te observando, Lee. Você ta linda com essa roupa. Adorei! – ele a virou para si, muito próximo. Querendo o beijo que aqueles lábios ainda não haviam dado-o.
– Eu sei, sou uma diva! – ela riu junto dele.
Os olhos de Jacob o traiam, caindo por sobre os lábios belos e vermelhos. Ela havia fechado os olhos, ao sentir o vento balançar os cabelos um pouco mais longos.
Ele segurou o rosto dela, com as palmas de suas grandes mãos, olhando nos olhos, agora abertos. O cheiro de rosas misturado a madeira dela, impregnava suas vestes e corpo com o perfume peculiar e o vento vinha e ia como se fosse uma melodia aos ouvidos de ambos os lobos.
– O que está fazendo, Jake? – ela perguntou baixinho quando a respiração masculina bateu contra suas bochechas e o perfume de menta e madeira voltou a suas narinas, fazendo o coração disparar como nunca se lembrara estar.
– O que meu coração ordena. – e deu-lhe o tão merecido e esperado beijo, pelo menos por ambos. O beijo era exigente e veloz. Necessário.
Os corações agitados esmagavam suas costelas. Leah estava com as pernas enfraquecidas e sentia que poderia cair a qualquer momento. As mãos de Jacob a apertaram contra si, quando percebeu que ela tremia inconscientemente.
– Jake… - ela ofegou quando ele recostou sua testa na dela.
– Shii – ele disse enquanto levantava o rosto que ficara cabisbaixo. – Não fala nada, só aproveita. – ele sorriu com o sorriso dela. Leah ainda tentava recuperar a respiração quando ele tomou-lhe novamente os lábios gentil e calmamente.
Os braços magros e longos dela, circularam o pescoço másculo enquanto que os braços dele, um estava na cintura, puxando-a mais para ele, e outro nas costas, subindo e descendo.
Contendo-se, Jacob a largou.
– Nem comecei e você já ta com a boca inchada. – ele brincou, entrelaçando os dedos dela, ao andarem pela praia, rumo ao caminho que ele desejava levá-la.
– Como se a sua boca estivesse muito normal. – ambos riram alto com isso.
Leah esquecera-se por um momento, das aflições que a infligiram.
Sentia que se tivesse o sorriso caloroso daquele menino, estaria sempre segura. Esqueceria dos problemas.
Só havia um problema.
Não podia se apaixonar por algo que poderia acabar com um olhar.
Essa lembrança, fez ela diminuir o sorriso. “Mas”, pensou, “Não vou pensar nisso agora. Deixa pra depois”. E sem perceber, clamou para que o depois, nunca chegasse.

To be continued…